Mafalda, Evita, Zara e Stella: las mujeres de BA

Descontando o fato que a Zara é espanhola e a Stella, belga, hoje foi o dia das mulheres em BA. Começamos a manhã encontrando essa mocinha aí, que é uma das mais famosas personalidades da Argentina…

Mafalda fofa. No soup for you!

Depois, rumo ao Cemitério da Recoleta, onde tem um monte de gente famosa enterrada, mas a gente não conhece nenhuma delas.

Beliches de caixões na Recoleta. Passeio bizarrinho…


Lá fomos nós, preparadas pra roubar informação dos guias que dão sopa, técnica aprendida nas viagens anteriores. E nessas de dar voltinha no cemitério, acabamos sabendo que muitas dos mausoléus dali são das famílias que fundaram Buenos Aires, na época em que o país era o maior exportador de grãos. Blá, blá, blá. Queremos ver o túmulo da Evita. Quedêlhe??

Mil voltas até que achamos a fila. Sim, tem fila pra ver o túmulo da Evita. Que não tem graça nenhuma, é um dos mais xinfrins do cemitério. Aliás, tô pra dizer que esse passeiozinho foi todo meio sem graça. Mas tudo bem, fomos. Mas não voltaremos.

Fila para ver Evita.

Plaquinha do túmulo. Mixaria, mixaria.

Saímos dali pra dar uma volta na Recoleta. E nos demos conta que era dia 30 e que talvez fosse o último dia pra poder fazer compras, já que maybe tudo estaria fechado no ano novo. E que se materializa na nossa frente? A Zara. Eu sei, eu sei. Tem Zara em Porto Alegre. Mas assim: só aqui que eu me sinto uma americana no Rio. Porque tudo é muito mais barato. E a Zara daqui tava em promoção. Weee!

Na volta pra casa, resolvemos ir até o hotel de uma amiga que chegou por aqui ontem, a Olga, pra ver se conseguíamos falar com ela. E acabamos indo com ela e com a Lívia ver a última mujer do dia: Madame Stella Artois. De litro!

Grande Stella.

Nem preciso dizer que terminamos a noite tchucas e com mil risadas (e várias fotos desfocadas…)

Olga, Elaine e Lívia: faceirinhas, faceirinhas… Foto tremidinha by me.

Aliás, terminamos a noite recebendo o Rafa, que, magicamente, chegou EXATAMENTE na hora que a gente tava chegando de volta no apê. Nem se combinasse, a iluminação ia ser tão perfeita…

P.

PS: Pra quem ainda irá reclamar, não tô nem aí pras novas regras de acentuação, tá? Minha idéia é com acento!! E pode dizer por aí que o meu português é arcaico…

Tô gostosa em Buenos Aires…

Sabor mediterrâneo. Hummmm!

Passeiozito de tardezita

BA tem uma coisa que eu amo: muitos e muitos cafés. Ontem resolvemos ir no mais famoso e tradicional de todos (e, obviamente, cheiooo de turistas), o Café Tortoni, que existe desde 1858. Nós e o resto dos turistas do mundo.

Na fila…

Onde está a Paty?

Elainezita e o cafezito
Mas ó, vou ter que falar: a Confeitaria Colombo do Rio é bem mais bonita. E gostosa, com certeza. 6 reais por um café aguado e um serviço ruim (o moço esqueceu de pedir nossos croissants)… #pronto, falei

A noite terminou com um hamburguer do tamanho de uma vaca, no Hard Rock Café. Sim, a tarde foi uma sequência de coisas overpriced. Mas esse valeu a pena.

Monster Burguer (com Pepsi. E eu louca pra falar Cueca-cuela!!)

Só pra achar o tal lugar foi uma novela: sem endereço e sem o taxista conhecer, acabamos dando sorte e parando quase do lado. Viu, pessoas iluminadas! E o nosso garçon ficava falando NAUM, NAUM. Até a gente entender que isso era o nome dele e ele não estava nos levando pra mesa Um… hahahaha!

Agora, a minha felicidade maior do mundo foi entrar numa farmácia e constatar que a Aspirina Efervescente aqui é vendida em caixinha de 25 unidades, e custa só 10 reais. Weeeee! Daí já aproveitei e comprei vitamina e mais um monte de outras coisas pra minha alegria hipocondríaca.

feliz, feliz!

P.

Na terra do Alfajor

Depois de vários contratempo, cá estamos, em Buenos Aires. Agora tá chovendo um poquinho, o que nos deu um tempo pra almoçar em casa e tirar uma soneca, porque a gente chegou muito tarde ontem e acordamos muito cedo hoje. E obviamente, caminhamos demais.

E a saga toda vai começar comigo. Sim, porque eu consegui chegar no aeroporto ontem, as 19h30, SEM a minha identidade ou o passaporte. Yes, I Could. Só tinha a minha carteira de motorista, que não serve pra nada pro pessoal da Gol (depois me disseram aqui q até dava, mas não quero pensar sobre isso ou nunca mais viajo com essa bosta de companhia. Porque isso é só o começo.)

Corre a Patrícia pra casa num bate-e-volta em menos de meia hora, senão não consegue fazer check-in. O vôo ia sair às 20h30, e eu só podia despachar tudo até às 20h. Graças à Deus que POA está às moscas, porque ir do aero até minha casa e voltar, dava no mínimo uma hora no trânsito normal de segunda-feira. Isso e o fato de que o táxi tinha turbo: primeira vez na vida que coloquei cinto de segurança no banco de trás do taxi. A segunda foi aqui em Buenos Aires (mas essa é na sequência.)

Enquanto isso, no táxi, recebia ligações de 5 em 5 minutos e eu podia ouvir o filho-da-puta do atendente da Gol falando “vou fechar, hein? Óóólha, que eu féchôô!” God Feelings, eu acho. Cheguei esbaforida e deu tempo. Muito tempo. O vôo só saiu às 22:50. Sério. Séééério. Dava tempo de ir a pé pra casa buscar a identidade. Vontade de dizer “ólha, não vou mais voar, viuuu?” Azul, vamos fazer voozinho direto pra BA, vamos? Amo muito mais vocês!

Oi, Azul! Amamos vocês, tá?

Chegamos em Buenos depois da meia-noite, correria pra chegar no apê e pegar as chaves. Literalmente. Só eu não sabia que o limite de velocidade aqui é 160 km/h? Ou o tio do táxi tinha pé pesado mesmo?? :P

180 pesos depois (vou matar quem me disse que táxi era barato), chegamos no apê e – ó-bvio – não tinha mais ninguém nos esperando. Tinha um bilhetinho com um numero de telefone pra ligar e avisar. Laine e eu ligamos o cel. Tim Sem Fronteiras my ass: nada de pegar. Nós + duas malas + madrugada escura + no phone + no home. Dílicia! Saímos em busca de um lugar pra comprar cartão telefônico, que aliás, tem mil e uma senhas pra ser usado, não é simplesmente sair colocando no buraquinho.  E com sair em busca, quero dizer sair com as malas, lap, câmera pelas ruelinhas escurinhas até achar um butequinho, tipo, umas 8 quadras (das grandes). Mas tudo certo: conseguimos, ligamos (sim, a Elaine é a tradutora oficial de espanhol. Pra quem já pechinchou almofadas em húngaro, espanhol é fi-chi-nha. Mas isso tbém é um post a parte. Só direi que passei a manhã ouvindo pérolas do tipo “dois pesitos e duas medititas” WTF?)

A melhor coisa do dia hoje? Até agora, o café da manhã, ouvindo Gardel. Juro.

Tostadito e Cafezito.

La Bodeguita aqui da frente.

Paty em ação na Casa Rosada.

Tanguitozito en La Florida

Comprando apetrechitos pro chimarrito (sim, eu só vou falar o espanhol da Elaine)

Voltamos após os comercias, porque descobrimos q o Concha Y Toro custa só 6 reais. Besitos!

P.

Mi Buenos Aires querida…

Chegamos em BA cansadas, com sono e ja com algumas aventuras pra contar… A seguir, capitulos da novela “Paty & Elaine na terra do Alfajor…”

when the love of travel meets the love for quotes…

Frase perfeita, para a vida, eu diria…

‘I travel not to go anywhere, but to go.  I travel for travel’s sake.  The great affair is to move. ‘ Robert Louis Stevenson

E nao é que é verdade??

P.

Back on the road…

Eu realmente ando com o pé na estrada nestes últimos tempos… Sabe aquela coisa do Despertencimento? Uma sensação de que tu não deveria estar no lugar que tu está? Então… Isso anda me movendo ultimamente, e por consequência, ficar quieta num lugar por muito tempo me deixa de mau-humor, ansiosa e louca pra jogar tudo pro alto…

Quem me conhece sabe que eu amoooo comemorar meus aniversários (vai saber, quando chegar nos 50 talvez eu pare), e esse ano não ia ser diferente. Como faço 30, as coisas estavam sendo preparadas pra rolar uma quermesse: começava na sexta e só terminava na outra sexta, com uma mega festa. Mas surgiu um convite irrecusável, de duas amigas que eu amo muuuito, e que já estava pra acontecer há horas… E uma delas também vai comemorar os 30, bem pertinho do meu dia. Resolvemos então fazer as malinhas e trocar as festas no Brasil por 10 dias de festas intermináveis em Paris, Amsterdam e Suiça (ô pessoa que adora a Suiça… é que os chocolates são óóótemos e a galera tbem…)

Então era isso. Pra quem ainda não sabia, embarco em Setembro de novo, no dia 19. Passagens compradas, agora só falta terminar de pagar as contas da última viagem (ai, meu Visa!!) pra começar as contas da próxima…

Mas fala sééério! Aniversário em Paris é tuuudo de bom! Tô me sintindo a própria Narcisa (Tamborindégui!).

P.

 

 

Em Amsterdam… de novo!

Era uma vez 3 meninas que perderam o voo de volta pro Brasil. Mas tudo bem, porque elas acharam os ultimos 100 euros (a Ju é extremamente organizada…) e estão agora saindo pra tomar a ultima cerveja e jogar a ultima sinuca…

Bjos, estaremos no Brasil na segunda…

Surprise, surprise…

Chegamos hoje em Viena e tenho que confessar: se nao falassem só alemao por aqui, eu ficava pra morar! Foi amor à primeira vista, uma cidade que eu nao dava nada (que resolvemos passar um dia, só porque estava no caminho), e que me surpreendeu totalmente, muito urbana, estilosa, chique; cheia de museus, design e música (e nem só clássica, de todos os tipos…)

Acabamos resolvendo passar mais um dia e meio por aqui, e amanha tem muito mais pra ver – e confirmar que essa é minha cidade favorita da Europa, so far…

P.

Nos e o Davi

Praga eh uma cidade e tanto. Para cada predio que se olha, para cada canto, enfim, ha uma surpresa: gargulas de pedra, santos, leoes, etc. Na verdade, parece que se volta no tempo quando se caminha pelas suas ruelas de paralelepipedo. Pra quem gosta de historia, como eu, conhecer Praga eh um grande barato.

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Igreja na praca principal e o dedo do italiano

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Gurias na Praca ao por do sol

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Roubando informacoes da guia francesa…

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Proparoxitonas Tchecas

Antiga praca da cidade

Saga do por do sol, parte I

Saga do por do sol, parte II

Mas Praga tem uma outra coisa (talvez) mais legal: nao se pode sair de la sem conhecer suas velhas “tavernas” e, principalmente, sua cerveja. Na mesma noite em que chegamos,  fomos parar em um bar muito louco, com paredes em forma de caverna e mil e um aderecos estravagantes.  Pois foi nesse lugar, que eu nem lembro mais o nome (porque, convenhamos, a lingua local nao eh nada facil!), que a gente aprendeu a falar a palavra que mais foi repetida durante os quatro dias de estadia em Praga. A palavra (adivinhem?) eh PIVO. A Elaine ateh comprou um ima de geladeira em forma de abridor com essa palavra “magica” escrita em cima. Ela significa cerveja! Sim! Pivo, pivo, pivo!!!

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Bar louco em Praga

No outro dia, quando saimos com uns amigos em um outro bar, surgiu uma duvida: e na hora do brinde? Como se brinda na Republica Tcheca? O Davi, um brasileiro que esta morando no pais, logo explicou: ”Eh nosdravi” (como se fosse a coisa mais normal do mundo, claro). Soh que a gente tava com serios problemas para conseguir memorizar qualquer termo tcheco (exceto pivo, obviamente), e a Elaine tem umas manhas para conseguir decorar as coisas. Ela sempre faz associacoes para nao se esquecer do novo vocabulo. Aih ela veio com essa perola: “Eh nos e o Davi, eh nos e o Davi!”

Pronto, foi o suficiente para jamais esquecermos o “Nosdravi” (Nos e o Davi) na hora do brinde! E foi assim o tempo inteiro, a cada cerveja (e foram muitas)…

E viva nos e o Davi!!!

Beijos

Ju